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Timão arranca um empate na estreia de PC em casa

Paulinho Japonês e Serginho (treinador de goleiros)Depois de alguns meses de ansiedade, o reencontro com a fiel torcida corintiana aconteceu na manhã deste sábado (05), em que o São Caetano/Corinthians/Unip recebeu o Palmeiras/Jundiaí, no Parque São Jorge (zona leste de SP), e empatou por 2 x 2, em jogo válido pelo Campeonato Paulista (Série Ouro).

 

Com casa cheia, o Timão criou algumas chances de gol, mas que abriu o marcador foram os visitantes, fazendo com que o resultado se mantivesse até o fim da primeira etapa.

 

No segundo tempo, o Corinthians voltou a ter mais posse de bola, e Magui empatou a partida. Em seguida, a equipe palmeirense voltou a balançar as redes, mas o capitão Paulinho Japonês deixou sua marca e decretou o placar.

 

O técnico PC Oliveira falou sobre sua chegada no Parque São Jorge e comentou o clássico:

 

Fui muito bem recebido pela parceria, jogadores e torcida. Estamos em um novo projeto, o qual será importante que o futsal seja vencedor assim como o futebol de campo. Sobre o jogo, este empate foi bom para darmos sequência no campeonato. O time se comportou muito bem por ser o primeiro teste em casa”, concluiu.

 

Para saber mais sobre o Timão, acesse

www.corinthiansfutsal.blogspot.com



Escrito por Gilberto Santos às 21h44
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Dia Mundial da Voz

Saiba um pouco mais sobre uma dos locutores mais conhecidos do FM

Com vinte anos de carreira, Ruy Balla, coordenador e locutor da Transamérica, nos fala sobre sua vida no rádio.

Por Gilberto Santos

Gilberto Santos: No início de carreira, muitos locutores encontram inúmeras dificuldades, dentre elas, a financeira e os "nãos" que se ouvem por aí, como você administrou todas estas dificuldades?

Ruy Balla: Tentei absorver tudo como obstáculos para chegar ao meu objetivo. Realmente não é fácil levar um "não" pois você sempre acha que tem condições para fazer tudo, mas não funciona bem assim. Temos que batalhar e nunca

esmorecer, desanimar, acho importante que o cara tenha fé e humildade, pois se não tiver, esquece...

G S: Você também esteve pelo interior de SP, mais precisamente em Ribeirão Preto, na rádio Difusora, e hoje está de volta na Transamérica como coordenador. Qual foi a principal causa de sua saída da Transamérica, e o que você tirou de proveito no interior?

R B: Sou de lá e comecei minha carreira em Ribeirão mesmo, portanto já sabia como funciona tudo. Mas nesse meu retorno a RP senti um mercado carente de coisas novas e criativas e por isso me dei super bem com a bagagem que tinha trazido de São Paulo, principalmente com relação ao humor. E ainda tem um diferencial: no interior o ouvinte é muito mais presente, mais ativo na rádio.

G S: Além de locutor, você fez alguns personagens cômicos na época do Fuzuê, que foi um grande sucesso da emissora, você sente vontade de voltar com estes personagens?

R B: Realmente foi ótimo formar personagens que criei sem querer e que trouxeram grande audiência e destaque ao programa, mas não acredito que caberiam hoje na Transamérica, todos eram legais para aquele programa, para o momento, para a época.

G S: O Fuzuê foi transmitido no final dos anos 90 e tinha uma enorme audiência, baseado nisso, dá pra gente afirmar que aquele ano foi a melhor fase da Transamérica?

R B: Acho que um dos anos, aliás o Fuzuê rolou de 95 à 97,a rádio teve outros grandes momentos no final dos anos 80, em 94, depois em 96/97 também.

G S: Hoje a rádio está dividida em três fases: Pop, Light e Hits, qual é o principal ponto positivo desta ramificação?

R B: De atingir um grande e variado público, pois como são formatos distintos, acabam atingindo faixas etárias diferentes, culturas variadas e acabam trazendo uma maior facilidade em se divulgar o trabalho da Transamérica onde em outros momentos ou outras situações jamais conseguiríamos.

 

G S: Pra gente encerrar, os locutores iniciantes estão perdendo espaço no rádio para as chamadas celebridades instantâneas?

R B: Acho que não, os locutores sempre terão espaço, essas celebridades são apenas apresentadores, que não têm a mesma base de formação de um locutor profissional mesmo ele sendo iniciante. Há espaço para todos com certeza.



Escrito por Gilberto Santos às 12h29
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Escrito por Gilberto Santos às 09h08
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 Olá...

 

Gilberto Santos, 29 anos, Locutor, produtor humorístico e imitador, iniciou no rádio em 1991, na Rádio Diário de Mogi das Cruzes, onde retornou em 1998, para Ter participações especiais durante as transmissões da Copa do Mundo daquele ano, em 1999, recebeu proposta para trabalhar como humorista na Rádio Metropolitana (também situada de "Mogi"), onde ficou por 1 ano e meio, exercendo outras funções como apresentador, repórter e produtor humorístico.

Recentemente, Gilberto Santos, participou do quadro "Festival de Piadas", realizado pelo programa Show do Tom, da Rede Record, estando entre os 4 (quatro) melhores colocados daquele dia.

Hoje, tem como objetivo, apresentar-se em no teatro, com um monólogo de sua criação.

Imprestável e Impagável, é um verdadeiro show de humor, o qual tem duração de 60:00 minutos, onde o Gilberto Santos tem como missão levar ao público presente muita irreverência com suas piadas, vozes caricatas, dublagens e personagens de sua própria criação.

O espetáculo conta ainda, com participações do público, sonoplastia e até sorteio de brindes.



Escrito por Gilberto Santos às 09h06
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Bien Venido>>Welcome>>Bem Vindo



Escrito por Gilberto Santos às 09h01
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